Segundo nos informou o
Sargento Simioni da equipe do GPT da polícia militar de Jataí, o
Vilmair de Oliveira Silva, vulgo “Perosa”, de 23 anos, já
estava sendo procurado pela policia acusado de uma tentativa de
homicídio; e nesta quinta-feira (18) ouve uma denuncia que ele estaria
no Setor Jacutinga embalando drogas mais outro elemento.
Com as informações em
mãos, a equipe do GPT se deslocou até o local da denuncia, e ao entrar
na casa encontrou o acusado em baixo de uma cama, ao dar uma busca na
residência a polícia encontrou varias porções de entorpecentes e quatro
munições de revolver trinta e oito, questionado sobre onde estaria à
arma, “Perosa” disse para a policia que estava com um parceiro seu.
Jataí revitalizará a entrada da cidade para quem chega ao município vindo
de Goiânia-GO, pela BR-060. O projeto foi concebido pelo Departamento
de Arquitetura da Prefeitura Municipal. A orientação do Prefeito
Humberto de Freitas Machado foi para que o monumento valorizasse e
embelezasse o acesso à cidade.
A obra será licitada pelo
município em breve e a previsão é para que a benfeitoria se inicie ainda
neste ano de 2013. O intuito é que
Em entrevista à agência de notícias "DPA", o
presidente da Fifa está preocupado com a possibilidade de novos
protestos sociais se repetirem no Mundial do ano que vem
AP |
- Atualizada às
Para o presidente da Fifa, Joseph Blatter, o Brasil pode ter sido uma escolha errada como sede da Copa de 2014
, caso o torneio volte a ser afetado por protestos sociais como os que ocorreram durante a Copa das Confederações
, no último mês de junho. "Se isso acontecer novamente, temos de
questionar se tomamos a decisão errada na atribuição dos direitos de
organização", disse Blatter à agência de notícias alemã DPA, nesta
quarta-feira.
Joseph Blatter mostra preocupação com possíveis protestos da população durante a Copa 2014
Durante a realização da Copa das Confederações, centenas de milhares
de brasileiros foram às ruas , exigindo melhores serviços públicos e
manifestando seu desagrado com os gastos para a organização da próxima
Copa do Mundo, em 2014.
Segundo Blatter, em setembro ele deverá se reunir com a
presidenta Dilma Rousseff para novamente discutir essa questão dos
protestos. "Nós não fizemos um balanço político, mas enfatizamos o fato
de que esta agitação social esteve presente durante todo o período da
Copa das Confederações", disse ele. "O governo já está ciente de que no
ano que vem, a Copa do Mundo não deve ser perturbada", afirmou o
dirigente. Veja ainda: Blatter diz que Copa do Mundo de 2022, no Catar, deve acontecer no inverno
"Para mim, esses protestos foram como um sinal de alerta
para o governo, o senado, o parlamento. Eles devem trabalhar para que
isso não aconteça novamente. Embora os protestos, se realizados de forma
pacífica, façam parte da democracia e, portanto, têm de ser aceitos,
estamos convencidos de que o governo e, especialmente, a presidenta, vai
encontrar as palavras e as ações para evitar a repetição. Eles têm um
ano para fazê-lo ", afirmou.
As declarações de Blatter foram dadas durante uma
confereência de esportes, mídia e economia, realizada em Kitzbühel, na
Áustria, organizada pelo ex-jogador e dirigente alemão Franz
Beckenbauer. A Fifa, mais tarde, confirmou os comentários feitos pelo
cartola.
Fundador da ONG que acusa a rede social de
descumprir as leis de privacidade da UE cobra de outras gigantes da web
esclarecimentos sobre colaboração com espionagem dos EUA
Vitor Sorano- iG São Paulo |
Se você pedir detalhes sobre como o Facebook usa suas informações, a
resposta será nula, incompleta ou uma enganação, argumenta Mark Schrems,
líder de uma organização que acusa a rede social de descumprir as leis
de privacidade europeias – a Europe vs Facebook.
"Em muitos casos, eles mentem de forma escancarada para
você. Eles sempre dizem: ‘muito obrigado pela sua pergunta, 'blá blá
blá’, viram as costas e a jogam fora", afirma Schrems.
Em 2011, esse austríaco então com 23 anos conseguiu com
base na lesgilação europeia obrigar o Facebook a lhe enviar um dossiê
com – supostamente – todas as informações que armazenava sobre ele.
Havia ali, descobriu Schrems, até informações que ele próprio havia
excluído.
Todo mundo fora dos Estados Unidos ou do Canadá pode
fazer um pedido semelhante, lembra Schrems – já que o contrato, nesses
casos, seria com a sede do Facebook na Irlanda. Mas a resposta, muito
provavelmente será nula.
"Cerca de 70 mil pessoas em todo o mundo pediram os
dados, mas ninguém conseguiu. Elas são orientadas a usar uma ferramenta
de download que só permite acesso a uma parte dos dados, e não a todos
os dados que estão guardados no servidor [ do Facebook
]. E você não consegue saber tudo o que está no servidor deles", diz Schrems.
Nos trechos da entrevista publicados abaixo, o ativista
comenta as vitórias já obtidas pela associação, as ações movidas contra
outras empresas após o escândalo da espionagem americana e propõe que as
redes sociais possam se comunicar entre si, para que haja mais
concorrência entre elas.
Em nota, o Facebook diz que proteger a privacidade dos usuários é prioridade.
"Nós não disponibilizamos a qualquer organização
governamental o acesso direto aos servidores do Facebook. Quando são
solicitados dados ou informações sobre indivíduos específicos,
examinamos cuidadosamente qualquer pedido e fornecemos informações
apenas na medida exigida pela lei”, informou. Como fazer para que as pessoas se mobilizem para
lutar por sua privacidade na internet e garantir que as empresas cumpram
as leis?
Max Schrems
: É muito difícill. Estamos muito no começo da discussão. É como pensar a
questão ambiental nos anos 1960. E tecnologia é um tópico muito
complicado: é difícil entender o que o seu telefone ou o Facebook fazem.
Também é muito díficil encontrar provas sobre o que está acontecendo.
Por outro lado, na Europa você tem o direito constitucional à
privacidade, mas nada acontece se você descumprir as leis.
Como as instituições europeias e dos Estados Membros têm reagido à ação do Europe vs. Facebook?
É variável. Na Europa continental, a privacidade é muito
importante. Mas o Facebook está na Irlanda e lá a economia é mais
importante que a privacidade. A realidade é que eles [ a agência independente responsável por fiscalizar o direito à privacidade na Irlanda
] não aplicam a lei. O que é um grande problema porque temos um mercado
comum e todos os players têm de seguir as leis. É injusto se companhias
de outros países têm de fazê-lo e o Facebook, não. E como o Facebook tem reagido?
Já mudaram algo como 10% ou 20% [ do que foi criticado pelo grupo
]. Na maioria [ das demandas sobre informações
] eles tentam atrasar o processo para que a gente desista. Nunca dão
respostas claras e, quando dão alguma, você descobre que estava errada e
era uma mentira. Em muitos casos eles mentem de forma escancarada para
você. É muito difícil confiar neles ou trabalhar com eles. Sempre dizem:
"muito obrigado pela sua pergunta, blá blá blá", viram as costas e a
jogam fora.
“
“É difícil [mobilizar as pessoas sobre privacidade]. É como pensar a questão ambiental nos anos 1960"
Que medidas práticas o Facebook já tomou a partir da pressão do Europe vs. Facebook?
Mudaram a política de privacidade duas vezes e
desligaram o reconhecimento automático de rostos fora dos Estados
Unidos e do Canadá. Também criaram uma ferramenta de download que
permite que você baixe parte de suas informações [ que estão nos servidores da empresa
], embora os dados interessantes não possam ser baixados. Já tiveram de
deletar dados porque descobrimos, no meu caso, que todo os dados que
deletei ainda estavam ainda lá.
Vocês também pretendem que a política de privacidade seja mudada do que a ONG denomina de opt-ou para o opt-in [ em vez de o Facebook ser impedido de acessar um dado se o usuário disser não, ter de exigir a autorização para acessar esse dado
]. Essa demanda tem tido algum avanço?
Não. Pela lei europeia, a coleta de dados só pode ser
feita se você concordar claramente com isso. Mas o que o Facebook faz é:
“se você não disser claramente ‘não’, então posso fazer o que quero”.
E, além disso, [ a empresa
] não lhe dá a possibilidade de dizer não, pois não há nenhum botão para
dizer não. Dessa maneira, eles argumentam que você concordou com o que
ela faz. Cidadãos de outros países, como o Brasil, podem fazer reclamações contra o Facebook com base na legislação europeia?
Sim. A lei se aplica a todos,
independentemente de quem é o consumidor. Qualquer pessoa que tenha um
contrato com o Facebook Irlanda, não importa se está na China, na
Austrália ou no Brasil pode fazer reclamações com base na lei europeia. O
problema é que mesmo dentro Europa não conseguimos fazer essa lei ser
aplicada.
AP
Facebook: APFacebook: para Schrems, empresa descumpre legislação europeia de privacidade
Há demandas de outros países?
Dominik Steinmair/Europe vs. Facebook
Schrems com a pilha de mais de 1,2 mil páginas de informações sobre si próprio recebida do Facebook
Sim. Há gente de diferentes países pedindo, por exemplo,
cópias de seus dados, mas não tem havido respostas. Cerca de 70 mil
pessoas em todo o mundo pediram, mas ninguém conseguiu. Elas são
orientadas a usar uma ferramenta de download que só permite acesso a uma
parte dos dados, e não a todos os dados que estão guardados no servidor
[ do Facebook
]. E você não consegue saber tudo o que está no servidor deles. Como você avalia a suspeita de que o Facebook pode ter colaborado com programas de espionagem americanos?
É um problema imenso, pois o Facebook tem informações não
só sobre o que você põe dentro dele, mas também sobre o que outras
pessoas falam sobre você, mesmo que você não seja um usuário da rede.
Muitos pensam que, se não põem uma informação no Facebook, ele não terá
acesso a ela. Mas [a rede] sabe se você uma página que tenha um botão
‘curtir’, ainda que vocÊ não clique nele. O fato de toda essa informação
esteja disponível para uma autoridade é um problema imenso. Fizemos
outra reclamação [ à agência irlandesa
] sobre isso pois é algo ilegal, pela legislação europeia, mas nenhuma ação foi tomada. Vocês fizeram reclamações também contra Apple, Microsoft, Skype and Yahoo!. Houve alguma resposta?
Fizemos as reclamações há duas semanas e isso vai demorar meses. Na Alemanha já pediram que o Yahoo! apresente seus argumentos. E quanto ao Google?
O Google não tem uma sede na Europa, então se você tem um
contrato com o ele, é com a empresa nos EUA. Provavelmente há alguma
saída, mas não tratamos disso nesse primeiro momento. Você crê que as suspeitas de que esses gigantes da
tecnologia colaboraram com a espionagem americana pode afetar,
positivamente ou negativamente, a mobilização popular relativa à
privacidade?
Na Europa, ao menos, isso colocou o tema em evidência. A
questão é se vai durar uma semana ou se vai levar a alguma mudança real.
E o problema, em geral, é que é muito difícil para as pessoas
entenderem o que está acontecendo, o que as autoridades estão fazendo,
não há debate público sobre isso. É claro que nós todos precisamos
desses sistemas, precisamos de dados de alguma maneira, então não é uma
questão de sim ou não. É de como eu quero que os meus dados sejam
tratados, o que é mais difícil de discutir. O Europe vs. Facebook defende o que chama de
"livre mercado" de redes sociais. Há algo sendo feito nesse sentido,
quer nos EUA, quer na União Europeia?
Nada. A solução para as redes sociais, eu acredito, seria
abri-las para que eu possa mandar uma mensagem de uma rede social para
outra, como eu consigo falar de uma companhia telefônica para outra ou
mandar um email de um provedor para outro. É algo que temos de fazer e
isso daria a possibilidade de dizer "eu não gosto do Facebook, vou para
outra rede". Mas agora o Facebook não reage às críticas. Eles sabem que
as pessoas estão irritadas, mas elas vão sair? Então esse é o problema.
A Secretaria de Obras e Planejamento de Jataí concedeu na manhã desta
terça-feira (16), uma coletiva de imprensa com o intuito de divulgar a
população jataiense informações pertinentes às duas avenidas que estão
sendo construídas na parte alta da cidade. Os esclarecimentos foram
concedidos no local das obras pelo Secretário da pasta, Tales Augusto
Machado.
Uma das avenidas liga a parte alta da cidade ao Anel
Viário, constituindo um prolongamento do Corredor dos Protestantes. A
segunda obra é responsável por ampliar as rotas de acesso à Nova Unidade
do Instituto Federal de Goiás (IFG), também partindo do prolongamento
do Corredor dos Protestantes.
As duas avenidas são duplicadas e
de grande relevância para o município e para todos que transitam por
Jataí e buscam rotas mais rápidas, ágeis e de fácil localização. Ambas
estão sendo construídas com recursos próprios e a previsão é que sejam
concluídas até o final de 2013.
O jornal folha
do sudoeste, em sua edição 1052, publicou uma nota, onde informava que
ultimamente têm ocorrido “rápidas
conversas” entre o ex-prefeito Fernando Peres e o atual prefeito Humberto
Machado. A autoria da informação é atribuída à um colunista por nome de Léo D.
Toledo. Em sequência, ainda na nota, há a informação de que Fernando Peres “será recebido no Palácio das Abelhas, à qualquer momento”, levando
o leitor a entender que o um encontro entre o atual prefeito no gabinete
administrativo da prefeitura estava por acontecer. Posteriormente, o jornalista
Pio Martins, que mantém outro informativo na cidade, fez sérias críticas à
notícia, alegando que esse possível encontro seria uma grande “decepção” para a
política da cidade.Mas em comunicado
exclusivo ao Jornal Notícia Extra, a Assessoria de Gabinete do prefeito
Humberto Machado negou qualquer encontro oficial entre o ex-prefeito e o atual
prefeito nos últimos 5 anos. “Não existe
a informação de nenhum encontro, de nenhuma conversa e não há pedidos de
audiências e nem convites para conversas entre os dois” e continua “Talvez possa ter havido algum encontro
informal entre os dois em algum evento e o ex-prefeito confundiu isso com
aproximação!” A Assessoria do Prefeito também informa que provavelmente,
Fernando Peres possa ser recebido no Palácio
das Abelhas (Câmara Municipal) - e não no Centro Administrativo, que é onde
o prefeito despacha e mantém seu Gabinete!Pelo que se notou, o senhor Léo D. Toledo confundiu até mesmo onde
atualmente se encontra o Gabinete do Prefeito!
A 4ª edição da Copa Eco Thermal se iniciou neste sábado, (13) com a
cerimônia de abertura no Estádio Arapucão, às 20 horas. Na ocasião todas
as 40 delegações, que juntas inscreveram 120 equipes, participaram da
solenidade. O evento desportivo reúne 2.300 atletas de todas as partes
do país e ate do Paraguai. Após a abertura oficial a bola rolou com uma
disputa inaugural, protagonizada entre a equipe Guadalajara de Jataí e
Agrefup do Paraguai que terminou em zero a zero.
Durante a
competição os jogos serão realizados das 08h30min às 11h30min e das
13h30min às 20 horas. Vale lembrar que a competição atrai olheiros de
todo país, incluindo representantes de times tradicionais da elite do
futebol Brasileiro.
O Secretário de Esportes de Jataí, José
Carlos Teixeira, avalia a Copa Eco Thermal como um importante
intercambio entre as equipes que treinam durante todo o ano visando
disputar um campeonato relevante para mostrarem seu potencial e a
relevância do seu trabalho. José Carlos enfatiza ainda que no período da
competição, que vai do dia 13 ao dia 20 de julho, a economia do
município se aquece, com dilatação no comércio do ramo de alimentos,
rede hoteleira e também no lazer.
Para o técnico do Guadalajara,
Luiz Antônio, o campeonato é uma grande oportunidade para os atletas
serem observados já que todos sonham em um dia tornarem-se jogadores
profissionais. O técnico da equipe jataiense acredita que esta seja uma
excelente ocasião para mostrarem seu potencial e quem sabe despertarem
interesse de times profissionais.
Os jogos serão realizados em
diversos campos da cidade, Estádio Arapucão, e campos da ADIJ, Alfredo
Gori, Dom Benedito, Conjunto Rio Claro, Mauro Bento, Maximiano Peres e
Chácara do Sr. Moisés (Guadalajara).
O evento é realizado pela
Prefeitura de Jataí, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer
em parceria com a empresa WM Show de Bola. Mas para que o evento fosse
possível diversos órgãos municipais estão envolvidos de forma integrada,
garantindo a qualidade do evento dentro e fora dos campos.
Existe uma Promoção idônea, denominada
“Megabolada” de operadoras de telefonia, promoção esta, cuja
participação é restrita aos Clientes das Operadoras
participantes, sendo que os usuários dos serviços de telefonia
móvel e serviço de valor adicionado de mensagens de texto SMS, sejam
eles de planos pré-pagos, pós-pagos ou planos controle, pessoas físicas
maiores de 18 (dezoito) anos, residentes e domiciliados em território
da República Federativa do Brasil, porém há golpistas utilizando
o nome desta Promoção para aplicarem seus golpes.
O Procon de
Jataí informa sobre mais este golpe que é aplicado por telefone, porém o
farsante finge ser de alguma empresa de telefonia celular dizendo que o
usuário daquela linha telefônica foi contemplado com um prêmio
em dinheiro da promoção que realmente está sendo promovida, porém o
golpista pede que a sua vítima se dirija até um caixa eletrônico do
banco mais próximo onde a pessoa tem uma conta corrente ou poupança para
receber o prêmio. O golpista solicita ainda que a vítima não desligue o
telefone durante o trajeto até a instituição bancária, reforçando que
aquela ligação está sendo gravada. Ao chegar no caixa eletrônico o
farsante pede pra sua vítima ler o que está aparecendo na tela pra ele
ter certeza de que a pessoa está em frente ao caixa e em seguida vai
ditando os procedimentos à pessoa para que esta clique na opção
“transferência” para receber o prêmio em dinheiro, e se a pessoa não
tiver um pouco de atenção o malandro recebe o prêmio e o premiado fica
com o prejuízo.
O Procon reforça que a ação trata-se de uma
fraude e explica que para concorrer a algum prêmio, de alguma operadora,
ou outra promoção, primeiramente o usuário deve cadastrar-se na
Promoção e os sorteados são contatados por telefone somente após terem
seus nomes publicados na seção de Ganhadores no site da Promoção. É
muito importante a leitura do Regulamento ao cadastrar-se em alguma
Promoção para não cair em nenhum golpe.
Algumas dicas do Procon de Jataí
Seu
nome deve obrigatoriamente estar publicado na seção Ganhadores do site
da Promoção ou conforme o Regulamento da Promoção, como é o caso da
Promoção Megabolada.
Mesmo que a lista tenha a última atualização
datada há algumas semanas, não existe a possibilidade de você ser um
ganhador se seu nome não estiver indicado.
Se você não participou da Promoção, não há como ser um Ganhador.
A
forma de contato também deve estar no regulamento de cada Promoção,
portanto o contato não deve ser diferente do que está divulgado no site,
caso contrário, trata-se de uma fraude.
A promoção Megabolada,
por exemplo, envia SMS apenas do número 6060, e apenas para convidar ou
incentivar a participar da promoção e entra em contato com os sorteados
somente por telefone.
Protesto a favor da Telexfree, uma das empresas investigadas, na cidade de São Paulo, em 29/6
O número de empresas suspeitas de serem
pirâmides financeiras subiu de sete, no início de julho, para 18 nesta
semana. Duas delas, BBom
e Telexfree
, já tiveram as contas bloqueadas pela Justiça.
"A gente está sabendo de 18, mas o número
talvez seja maior", diz a procuradora da República em Goiás Mariane
Guimarães de Mello Oliveira, integrante de uma força-tarefa formada pelo
Ministério Público Federal e pelos ministérios públicos estaduais para
investigar esse tipo de crime.
A procuradora, que atuou no caso Avestruz Master
– a última grande pirâmide financeira de que o País teve conhecimento –
prefere não revelar o nome das empresas investigadas. Em 2 de julho,
entretanto, o
Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) anunciou
investigações contra Telexfree, BBom, Cidiz, Nnex, Priples e Multiclick
.
Procurado nesta sexta-feira (12), o promotor do
departamento de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio Grande
do Norte, José Augusto Peres Filho, preferiu não adiantar dados sobre
as investigações. Ele também não confirmou o nome das empresas que são
alvo de inquéritos no órgão.
Representantes da Telexfree, da BBom e da Cidiz
sempre negaram irregularidades. A Nnex não retornou os contatos feitos
em 1º de julho. Os responsáveis por Multiclick e Nnex não foram
localizados.
As eventuais relações entre empresas suspeitas
também é objeto de investigação, afirma Mariane Oliveira, a procuradora
da República de Goiás.
O principal ponto comum entre várias das
empresas sob suspeita é a utilização do marketing multinível (MNN). Essa
técnica de varejo, legal, consiste em criar redes de comerciantes
autônomos que ganham não só ao vender produtos ou serviços, mas também
ao atrair outros vendedores para a rede.
Divulgação
João Francisco de Paulo, proprietário da Embrasystem (BBom), suspeita de pirâmide
O que diferencia o MNN regular de uma pirâmide
é que, no caso da fraude, a sobrevivência do negócio depende da
contínua entrada de pessoas na rede. Como a população é finita, o
sistema é insustentável.
O temor de que o País viva uma onda de pirâmides
financeiras surgiu após as ações do Ministério Público do Acre (MP-AC)
contra a Telexfree, que informa prestar serviços de telefonia por
internet e conta com ao menos 450 mil associados. Eles são remunerados
por vender os pacotes de minutos, por postar anúncios na internet e por
angariar mais gente para a rede. No dia 18 de junho, a empresa foi impedida de recrutar novos associados e teve as contas bloqueadas
. A juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco, aceitou a
denúncia do MP-AC de que o faturamento da empresa depende das taxas de
adesão pagas por esses associados e não da receita com a venda de
pacotes de minutos. A decisão continua em vigor.
Com o mesmo argumento, a juíza substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Ghelle, bloqueou as contas da BBom
. Fundada em fevereiro como o braço de marketing multinível da empresa
de monitoramento Embrasystem, a BBom tem cerca de 300 mil associados.
No dia 1º de julho, o iG
revelou que, além da Telexfree, outras seis empresas eram alvo de algum
tipo de investigação no País. Agora, a força-tarefa de MPs e MPF coloca
18 companhias sob suspeita – ao menos 14 delas já são alvo de algum
processo formal de apuração, como inquéritos civis ou criminais.
Mariane fala em uma versão brasileira da "febre" de
pirâmides financeiras que ganhou força nos Estados Unidos nas últimas
décadas, motivada pela popularização da internet.
"Nos EUA houve cerca de 600 empresas [ investigadas
]. Teve uma febre. Essa onda está chegando no Brasil agora", diz ela. "É
bom que a população fique atenta porque às vezes vai perder dinheiro.
As experiências de Boi Gordo
e Avestruz Master [que causaram prejuízos a milhares de investidores] não foram suficientes para alertar o consumidor."