Programa Academia da Saúde
O Programa Academia da Saúde visa a contribuir para a promoção da saúde da população a partir da implantação de espaços públicos construídos com infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados para o desenvolvimento de práticas corporais; orientação de atividade física; promoção de ações de segurança alimentar e nutricional e de educação alimentar, bem como outras temáticas que envolvam a realidade local; além de práticas artísticas e culturais (teatro, música, pintura e artesanato). Seguindo os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os polos do Academia da Saúde são parte integrante da atenção básica,
compondo mais um ponto de atenção à saúde. A organização e o
planejamento dos polos são coordenados pela atenção básica e deve ser
articulados com os demais pontos de atenção à saúde, além de estar
vinculados a um Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) ou a uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
Criado pela Portaria nº 719, de 7 de abril de 2011, o programa é resultante de uma política do Ministério da Saúde que busca, localmente, construir políticas e espaços de promoção da saúde, reconhecendo o território e a comunidade como atores fundamentais na articulação e reconhecimento dos determinantes sociais da saúde a partir da realidade local. A construção de polos, além de oferecer infraestrutura e equipamentos, deve articular práticas que promovam modos de vida saudáveis e que dialoguem com outras políticas como o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022; e como o alcance às metas e objetivos de desenvolvimento do milênio, em especial aquelas relativas à redução da pobreza e desigualdades.
Criado pela Portaria nº 719, de 7 de abril de 2011, o programa é resultante de uma política do Ministério da Saúde que busca, localmente, construir políticas e espaços de promoção da saúde, reconhecendo o território e a comunidade como atores fundamentais na articulação e reconhecimento dos determinantes sociais da saúde a partir da realidade local. A construção de polos, além de oferecer infraestrutura e equipamentos, deve articular práticas que promovam modos de vida saudáveis e que dialoguem com outras políticas como o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022; e como o alcance às metas e objetivos de desenvolvimento do milênio, em especial aquelas relativas à redução da pobreza e desigualdades.
I - Ampliar o acesso da população às políticas públicas de promoção da saúde;
II - Fortalecer a promoção da saúde como estratégia de produção de saúde;
III - Potencializar as ações nos âmbitos da atenção básica (AB), da vigilância em saúde (VS) e da promoção da saúde (PS);
IV - Promover a integração multiprofissional na construção e execução das ações;
V - Promover a convergência de projetos ou programas nos âmbitos da saúde, educação, cultura, assistência social, esporte e lazer;
VI - Ampliar a autonomia dos indivíduos sobre as escolhas de modos de vida mais saudáveis;
VII- Aumentar o nível de atividade física da população;
VIII - Estimular hábitos alimentares saudáveis;
IX - Promover mobilização comunitária com a constituição de redes sociais de apoio e ambientes de convivência e solidariedade;
X - Potencializar as manifestações culturais locais e o conhecimento popular na construção de alternativas individuais e coletivas que favoreçam a promoção da saúde; e
XI - Contribuir para ampliação e valorização da utilização dos espaços públicos de lazer, como proposta de inclusão social, enfrentamento das violências e melhoria das condições de saúde e qualidade de vida da população.
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